Dentro do aparelho existe o ambiente perfeito para fungo e bactéria: úmido, na sombra e cheio de poeira. Em poucos meses forma-se um biofilme na serpentina que solta esporos finos demais para o filtro segurar — e eles vão direto para o ar que você respira.
Esses micro-organismos estão ligados a rinite, tosse seca, irritação nos olhos e crises em quem tem asma ou alergia. Aquele cheiro de ar parado ao ligar o aparelho é justamente sinal de contaminação no evaporador.
A limpeza que resolve é a técnica, com desmonte e produto que alcança serpentina, turbina e bandeja — lavar o filtro não basta. Em ambiente com crianças, alérgicos ou muita gente circulando, vale repetir a cada seis meses.

